Você e sua família tem o sonho de conhecer Israel? Seja por motivos religiosos, culturais ou simplesmente conhecer um novo país com muita história e lindas paisagens. Conhecer e tocar nos lugares por onde andou Jesus.

Pois saiba que está cada vez mais fácil realizar esse sonho. E nós da CARMIM TURISMO estamos aqui ora te ajudar.

Criamos uma lista com 15 dicas para viajar para Israel sem dor de cabeça e nem complicações.

1. Qual é a documentação necessária para viajar para Israel?

Brasileiros e portugueses não precisam de visto para entrar no país, apenas de um passaporte com uma validade mínima de seis meses a partir da data de entrada no país.

O visto de Israel não é um carimbo, mas sim um documento impresso. Isso evita problemas para quem pretende visitar países que não mantêm relações diplomáticas com Israel. Quem visitou um desses países, como Síria e Irã, poderá entrar em Israel, mas certamente passará por um processo de entrevista bem mais rígido na imigração. O mais recomendado é tirar um novo passaporte para entrar. Quem visitou o Egito e a Jordânia não encontrará problemas.

Uma informação importante, se você tem alguma intenção de visitar o Líbano, Síria, Arábia Saudita, Iraque ou Iêmen, não o poderá fazer se tiver o carimbo de Israel no passaporte, pois eles consideram o país como inimigo. Uma opção que você tem é pedir para colocar o carimbo num papel a parte, mas não é todo funcionário que irá gostar disso.

Apesar de não haver necessidade de visto, todos os viajantes que chegam a Israel passam, obrigatoriamente, pelo processo de imigração. Ainda no avião, todos recebem um formulário (17L) que deve ser preenchido por completo e apresentado ao agente da imigração. O mesmo formulário deve ser apresentado na saída do país, por isso mantenha o documento em local seguro. É permitida a estada com visto de turista (concedido na imigração) por até três meses.

Pode colocar no final desse tópico um link para o texto anterior Viajar para a Israel precisa de visto.

2. Como chegar?

Não há vôo direto do Brasil para Israel. Serão necessárias longas horas de avião e ao menos uma escala para chegar ao país, localizado no Oriente Médio. O caminho mais comum para quem deseja ir a Israel é saindo do Brasil para a Europa ou EUA, de onde há fartura de voos para Israel. A principal porta de entrada para voos internacionais é o Aeroporto Internacional de Ben Gurion, localizado na cidade de Lida, a apenas 20 km de Tel Aviv. Algumas opções de escala são: Istambul (Turkish Airlines); Paris (Air France); Barcelona (Singapore); Roma (Alitalia); Madrid (Ibéria); Munique (Lufthansa); Zurique (Swiss); Toronto (Air Canada). Vale lembrar que no caso de escala nos EUA o visto americano é obrigatório.

3. Qual a melhor época para visitar Israel?

Agora que você já sabe qual é a documentação necessária para viajar só falta escolher a data.

A chamada alta temporada acontece nos meses de julho e agosto, alto verão. Nessa época as coisas ficam lotadas e bem mais caras.

A média temporada é outubro-novembro e de março a junho, e a baixa temporada vai de dezembro a fevereiro, que é o inverno. Mas Israel pode ser visitado durante todo o ano. O clima é agradável na maior parte do tempo e o sol constantemente brilha no céu. No inverno o frio pode atingir regiões mais altas, como Jerusalém (onde até ocorre um pouco de neve), mas

nada que um casaco mais grosso não resolva. Já o verão tem calor intenso, tempo seco e é uma época excelente para quem deseja curtir os destinos de praia.

É importante salientar que Israel é um destino muito procurado pelo turismo religioso e qualquer data festiva ligada aos judeus e cristãos pode lotar as cidades. Como o calendário judaico é diferente do Gregoriano (utilizado no Brasil), todo o ano é necessário conferir quando cada feriado acontecerá.

4. Quais são as principais cidades ou locais turísticos do país?

Para começar, claro, Jerusalém! Depois temos Tel Aviv, Jaffa, Nazaré, Tiberíades, Cesarea, Haifa, rio Jordão, a região do Mar Morto e, na parte palestina, Belém e Jericó especialmente interessantes para quem faz turismo religioso. Mas é claro que isto é só para começar, pois há muito mais o que visitar pelo país. Uma região que não é tão conhecida pelos brasileiros, mas que vale muito a pena, é Rosh Hanikra, lá na fronteira com o Líbano.

Você pode também ir além de Jerusalém e visitar outras regiões de país – Israel é desses destinos onde podemos passar um mês vendo atrações sem repetir nenhuma delas. Visite os locais sagrados de todas as religiões / Jerusalém – O nome de Terra Santa não é uma mera convenção. Jerusalém é sede de locais sagrados para várias religiões. Em poucos metros de caminhada você poderá visitar o Santo Sepulcro (cristão), o Muro das Lamentações (judeu) e a Esplanada das Mesquitas (muçulmano). É um grande caldeirão repleto de fé e importância para muitos povos e religiões.

5. Comida

Talvez uma das maneiras mais claras de entender a mistura dos povos que há em Israel seja na hora da refeição. Você poderá experimentar a intensidade de sabores da culinária árabe, de países do norte africano, do Mediterrâneo e, claro, dos judeus e sua tradicional culinária kosher. Mas há um detalhe fundamental para entender como é diversa a culinária do país. Os judeus que hoje vivem em Israel vieram de todo o mundo e trouxeram com eles um pouco da herança de cada lugar.

Vale dizer que o país recebe muitos estrangeiros, o que torna a culinária ainda mais rica. Especialmente em Tel Aviv é possível saborear pratos de todo o mundo e com requinte digno dos melhores destinos culinários. Os sabores, apesar de diversos, são familiares aos brasileiros. Não haverá dificuldades para uma boa refeição em Israel, muito pelo contrário! Até mesmo o shawarma (sanduíche de carneiro ou peru com pão pita, vegetais e pastas) do bar mais pé sujo será delicioso!

Experimente novos sabores nos mercados de rua / Jerusalém – Eles estão por toda parte e é mágico. Os mercados de rua são repletos de deliciosos sabores e temperos. Entre os mais populares do país está o Mercado Árabe da Cidade Velha de Jerusalém, este mercado se encontra em meio à Via Sacra. Faça uma paradinha na peregrinação para experimentar algumas das delícias locais. De quebra ainda vale comprar um souvenir de recordação.

6. Que tipo de roupa levar para visitar o país?

O país em geral é quente, mas lembre-se que a maioria dos lugares que irá visitar são sagrados para alguém, seja cristão, judeu ou muçulmano, então, evite roupas muito curtas, transparentes ou justas, por uma questão de respeito e bom senso. Se for viajar durante o

inverno, em geral, não é preciso roupas muito pesadas, mas na dúvida, dias antes da sua viagem, veja em algum site meteorológico como anda o clima por lá.

Apesar de muitos árabes e judeus usarem trajes tradicionais, não há grandes restrições às roupas para os turistas. Em Tel Aviv, por exemplo, ao andar pela orla da praia você se sentirá em Copacabana, com direito a biquínis e muitos homens fazendo exercícios sem camisa. Apenas ao entrar em templos religiosos muçulmanos é exigido o uso de lenço para as mulheres e roupas que cubram o corpo. Nos templos judaicos e cristãos vale o bom senso em respeito às religiões. A cidade de Jerusalém é bem mais rígida e religiosa em relação aos costumes do que Tel Aviv. Vale ficar atento para não cometer grandes gafes

7. Quanto tempo ficar?

Tá aí uma pergunta difícil. Israel pode ser visitado em cinco dias, se o foco for apenas Tel Aviv e Jerusalém; em 7 se você quiser esticar para Massada e Mar Morto; em dez para ir até a Cesarea, Galileia, Nazaré e Haifa; ou em 15 para curtir o balneário de Eilat. E esses são roteiros bem corridos! Por isso, se quiser visitar Israel com calma, fique o máximo de tempo que puder.

8. Onde ficar?

Onde se hospedar em Israel vai depender dos seus planos de viagem. Você poderá optar por passar uma noite em cada cidade mais próxima às atrações ou escolher um ou dois pontos de apoio de onde partem passeios para vários regiões e de onde o deslocamento de carro é mais fácil. As regiões mais indicadas para hospedagem são Tel Aviv, com ampla oferta de bons hotéis e Jerusalém, um pouco mais cara e com hotéis menores, mas também recheada de opções. As duas cidade são os principais pontos de partida de tours. Caso deseje curtir outros locais, as regiões ao redor do Mar Morto e no balneário de Eilat oferecem várias opções de grandes hotéis e até resorts, Já as cidades de Tiberíades e Haifa são menores e têm deliciosas opções mais intimistas.

9. Como se locomover?

As atrações em Israel estão dispostas aos longo de todo o país e vários meios de locomoção serão necessários. A maneira mais prática de viajar em Israel, especialmente para quem vai visitar várias cidades, é alugar um carro. As estradas são seguras, o trânsito tranquilo, exceto Jerusalém, que é bem complicado.

Se você não se aventura em alugar carro, o transporte entre as cidades pode ser feito de ônibus ou trem. A malha ferroviária cobre quase todas as regiões e é uma ótima opção para o turista independente. Porém há destinos onde há apenas uma estação de trem e, obrigatoriamente, outro meio de transporte será necessário. Ônibus também é uma opção comum de locomoção principalmente entre os moradores. Os mais descolados poderão experimentar os Sheruts, vans compartilhadas super populares em Israel.

10. É fácil contratar um guia particular?

Eles estão por todos os lados e oferecem desde serviços rápidos, como um tour por zonas arqueológicas, até mesmo pacotes completos que incluem transporte e acompanhamento por

vários dias de viagem. A opção escolhida vai depender do seu bolso (guias particulares têm preços bem salgados) e disponibilidade para montar um roteiro. Os guias são muito experientes e o controle feito pelo Ministério do Turismo de Israel em relação aos profissionais é bem rígido. Eles são boas opções para quem não tem habilidade na organização de viagem, o que em um país com tantas atrações como Israel pode mesmo ser bem complexo. Para facilitar o Ministério do Turismo de Israel mantém uma lista atualizada com nomes de guias indicados no site do governo.

11. Língua

Map precisa fica preocupado com o idioma. As línguas oficiais em Israel são o hebraico e o árabe. Apesar de não ser oficial, o inglês é comumente falado entre os moradores. As placas de sinalização no país são escritas nas três línguas. O mesmo acontece com a maioria dos cardápios e panfletos informativos.

Os israelenses são muito amáveis, inteligentes e adoram ajudar, então mesmo que você dependa da boa e velha mímica, comunicação não é um grande problema por lá.

Muitos israelenses também falam ou entendem espanhol e às vezes até arriscam um pouco de português, curiosamente porque as telenovelas latinas são extremamente populares em Israel e são exibidas em idioma original com legendas em hebraico.

12. Dinheiro

A moeda oficial em Israel é o Novo Shekel Israelense (NIS), ou apenas Shekel. Os centavos, em Shekel, são chamados de agorás. As notas existem em valores de 20, 50,100 e 200 e as moedas em 5, 10, 25 e 50 agorás. O câmbio é de USD 1 para NIS 4. Cartões de crédito são amplamente aceitos e bancos ou máquinas 24h são facilmente encontrados. As gorjetas em Israel são de 10% do valor total de consumo, como no Brasil. Porém o valor é considerado baixo entre os israelenses, sendo mais comum o pagamento de 15%.

13. Segurança

Este é, sem dúvida, um dos pontos que mais preocupam os turistas que desejam viajar para Israel. Apesar de parecer estranho (já que Israel vive em constante zona de risco) o país é bastante seguro para o turismo. Incidentes como assaltos, furtos e outros delitos comuns não acontecem com frequência nas ruas de Israel. Até mesmo caminhadas noturnas não representam perigo. O risco de atentados é real, mas a chance de um deles acontecer próximo a onde você está é bem menor do que a chance de sofrer violência nas ruas do Brasil. Por isso, nada de pânico.

14. Shabat e feriado

Ao pensar em um roteiro e decidir como você vai se locomover no país, é muito importante ter em mente que a rotina em Israel é totalmente diferente da nossa. Isso se dá principalmente pelo dia de descanso semanal no judaísmo e o que isso significa para eles.

O Shabat, ou “Sabá” em português, é de onde tem origem a palavra Sábado, que em hebraico remete à cessação, descanso, é daí também que vem a palavra “sabático”. Poderia ser o que o domingo significa para nós, mas na religião judaica, isso implica abster-se de atividades de trabalho com muito mais rigor. Já para os turistas, isso pode implicar em uma grande dor de cabeça caso você precise pegar um transporte público, comprar comida ou usar outros tipos de serviço.

Pra você ter uma ideia, os judeus ultraortodoxos levam isso tão ao pé da letra que, durante o Shabat, eles nem sequer acendem a luz de suas casas ou apertam a descarga porque isso seria considerado trabalho.O Shabat começa a partir do pôr-do-sol de sexta e vai até o pôr-do-sol de sábado, e obviamente isso varia conforme a época do ano e o lugar onde você está, pois vai de acordo com o horário do entardecer. Apesar de eles seguirem esse princípio, é muito comum que as pessoas já parem de trabalhar na sexta depois do almoço, portanto fique atento à isso.

Como Tel Aviv é uma cidade cosmopolita, muitos bares e restaurantes funcionam normalmente durante o Shabat, mas não há nenhum meio de transporte além de táxis particulares no país inteiro. Nas demais cidades, o Shabat é mais tradicional e quase ninguém trabalha.Essa mesma regra também se aplica para qualquer feriado religioso.

15. Custa caro viajar para Israel? Como economizar?

Viajar para Israel requer muito planejamento financeiro .Não é tudo que é caro, mas itens como hospedagem e passeios podem ter o preço puxado. Mas você pode compensar na alimentação onde é fácil encontrar opções mais em conta e, quando for comprar qualquer coisa, lembre-se de pesquisar e negociar muito, pois os preços podem variar radicalmente de uma loja para a outra.

Outra dica de economia em Israel é a data da viajem durante o inverno por exemplo, é quando as coisas ficam mais baratas e “vazias”.

Mas existem também duas coisas que podem ajudar muito você a reduzir o quanto custa viajar para Jerusalém: atrações gratuitas e transporte. Pelo menos cinco pontos turísticos da cidade e arredores têm entrada franca, sem falar que caminhar sem rumo pelas ruelas e percorrer todas as estações da Via Sacra é livre.

Agora que você já aprendeu um pouco mais sobre Israel é hora de começar a planejar sua tão sonhado viajem. Nos dá CARMIM TURISMO estamos te esperando para te ajudar a organizar tudo sem você se preocupar com nada, nem complicações e nem dores de cabeça.

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